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segunda-feira, 11 de março de 2013

Oração pelo Conclave

O Pontifício Conselho da Justiça e da Paz publicou na manhã desta terça-feira uma “Oração pelo Conclave”, pedindo a intercessão do Cardeal Francisco Xavier Nguyên Van Thuân, vietnamita que foi Presidente desse Pontifício Conselho, do qual está em andamento o processo de beatificação. 
Eis a oração:





Oração pelo Conclave

Senhor, nosso Pai, pela intercessão do vosso discípulo e servo, Francisco Xavier Nguyên Van Thuân, concedei a sabedoria do Espírito Santo para guiar a escolha do novo Santo Padre, que, como “Servo dos Servos de Deus”, vos amará de todo o coração e servirá fielmente a vossa Igreja.
Isto vos pedimos em nome de Jesus Cristo, nosso Salvador, que abriu os nossos corações para vos conhecermos, amarmos e servirmos com fidelidade. Amém.

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JMJ Rio 2013 – Moysés fala aos jovens


“Se a nossa experiência com Jesus Cristo é forte, temos a necessidade de dar Jesus Cristo aos outros”. Com essas palavras, o fundador da Comunidade Católica Shalom, Moysés Azevedo, falou a 300 jovens que participavam do curso “Ide por todo o mundo e fazei discípulos em todas as nações”, realizado na tarde de ontem, no Renascer, em Fortaleza. Moysés os motivou a participarem da Jornada Mundial da Juventude, no Rio de Janeiro, e citou a previsão do porta-voz da Santa Sé, Pe. Lombardi, de que teremos um novo papa em março.
O fundador palestrou sobre o apelo feito pela Igreja aos jovens, para que sejam mensageiros do amor de Cristo, e destacou o caráter missionário da JMJ. “Nós, cristãos, precisamos ser especialistas na nossa fé. Devemos ter uma fé adulta, capaz de dar uma resposta ao mundo, àqueles que têm sede de Deus”, declarou. Ao final da palestra, lançou a pergunta: “Como você tem sido um especialista na fé? Como deve ser?” E, segurando o Youcat, respondeu: “Aqui estão as respostas”.
Diante da curiosidade dos jovens acerca da realização da JMJ 2013 e a eleição do novo papa, Moysés recordou o que ocorreu antes da Jornada realizada na Alemanha, em 2005. Nesse mesmo ano, um dos primeiros atos de Bento XVI, que acabara de assumir o pontificado, foi confirmar a realização do evento, que já havia sido anunciado por João Paulo II e estava agendado para acontecer em apenas alguns meses após o conclave que o elegeu.
“O mesmo Espírito que inspirou João Paulo II a viver o mistério da dor e da enfermidade durante o seu pontificado, guia hoje o Papa Bento XVI, que corajosamente recohnece os seus limites e a fragilidade de sua humanidade”, afirmou. Segundo Moysés, somente a certeza no coração acerca da vontade de Deus é capaz de motivar esse ato de grande humildade.
“Com o coração saudoso de Bento XVI, mas cheio de expectativa diante do novo sucessor de Pedro que nos encontrará, nós iremos à Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro”, acrescentou.

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Quaresma: saiba como surgiu e qual a melhor forma de vivê-la


A Igreja Católica entrou neste domingo, 10, na quarta semana da Quaresma. Esse período litúrgico que começa na Quarta-feira de Cinzas é um tempo em que os católicos são convidados a intensificar a vida de oração, de penitência e de exercício de caridade; além disso, também é caracterizado pelo recolhimento e a busca intensa pela conversão.

A palavra “quaresma” tem sua raiz no latim. Surgiu a partir da frase “Quadragésima die Christus pro nobis tradétur”, que se traduz: “Daqui a quarenta dias (no quadragésimo dia) Cristo será entregue por nós”. Quaresma é abreviação de quadragésima. Na frase latina em questão, quadragésima está no feminino porque, em latim, dia, além de masculino, é também feminino. A língua portuguesa manteve a palavra no feminino, resultando em “quaresma”.
São quarenta dias em que a Igreja se prepara para celebração da Páscoa, principal celebração do Cristianismo. O número “40” é simbólico, no sentido de recordar os momentos importantes narrados pela Bíblia que foram antecedidos por quarenta dias, meses ou até anos.
De acordo com padre Roger Araújo, sacerdote da Comunidade Canção Nova, o sentido dos quarenta dias está ligado a essa simbologia bíblica: quarenta dias de dilúvio, tidos como preparação para uma nova humanidade; (cf. Gn 7, 17ss); quarenta dias em que o povo hebreu caminhou no deserto, rumo à terra prometida (cf. 8, 2.4); o profeta Elias que caminhou quarenta dias para chegar à montanha de Deus (cf. IRs 19,8); quarenta dias que Jesus passou no deserto (cf. Lc 4, 1-13), dentre como outros episódios. 
Neste período que se encerra na quarta-feira da Semana Santa, os fiéis são convidados a fazer um confronto especial entre suas vidas e a mensagem cristã expressa nos Evangelhos. Este confronto deve levar o cristão a aprofundar sua compreensão da Palavra de Deus e a intensificar a prática dos princípios essenciais de sua fé.
O tempo litúrgico quaresmal surgiu por volta do ano 350 d.C.. A Igreja decidiu aumentar o tempo de preparação para a Páscoa, que era de três dias, chamado de Tríduo Sagrado da Semana Santa: Quinta-feira Santa, Sexta-feira Santa e Sábado Santo. A preparação para a Páscoa passou, então, a ter quarenta dias. Isto aconteceu porque os cristãos perceberam que três dias eram insuficientes para que se pudesse preparar adequadamente para a festa da Ressurreição que, segundo a Igreja, é de suma importância.
Padre Roger Araújo afirma que este tempo deve ser vivido pelos católicos segundo as orientações da Igreja, ou seja, com recolhimento, oração e silêncio. “Não é um tempo para baladas, festas e grande eventos. É um tempo de nos penitenciarmos daquilo que é o comum, ou seja, as músicas que ouvimos, os lugares que costumamos ir, para que isso favoreça mais o recolhimento interior. Não é que seja pecado; é uma escolha, um condicionamento, é um treinamento que fazemos para o espírito, neste tempo de graça que o Senhor nos dá, que é o tempo da Quaresma”.
O sacerdote também ressalta que, tratando-se de um tempo forte de conversão, algumas pessoas podem ficar apegadas às práticas penitenciais apenas neste tempo. No entanto, padre Roger explica: “Não são as práticas que nos convertem e nem são elas os sinais da nossa conversão. A conversão é mudança de atitude, de mentalidade. A expressão utilizada pela Igreja para melhor caracterizar a conversão é a palavra grega “metanoein” (metanóia), que quer dizer mudança de mentalidade, de pensamento. É preciso mudar alguns conceitos dentro de nós.” 
A penitência, segundo o padre, ajuda o cristão a se desprender de algumas coisas que estão arraigadas dentro de si, tornando-o mais humildes e disposto a buscar no Cristo crucificado, o sentido para a vida. “A penitência é um remédio que nos ajuda a vivermos melhor as disposições que Deus nos chama neste tempo.” 
Como direção para esse período quaresmal, padre Roger reforça a orientação da Igreja: viver as três práticas indicadas – o jejum, a esmola e a oração. 
O jejum – explica o padre – como sinal de liberdade, de não querer mais estar preso a nada; a esmola, não no sentido de dar algo pessoal aos outros, mas “dar-me para o outro, reconciliar-me com o outro” e a oração que é o fermento na vida do cristão. “A oração é nosso relacionamento com Deus. Nesse tempo somos chamados a capricharmos um pouco mais na nossa vida de oração.”

Em 2013, a proposta da Igreja para a Quaresma é uma dedicação maior aos jovens. O seguimento juvenil é o público alvo mais expressivo para evangelização da Igreja neste ano. A Campanha da Fraternidade, que permeia o período quaresmal, reflete o tema “Juventude e Fraternidade”. O objetivo geral da Campanha é acolher os jovens no contexto de mudança de época, propiciando caminhos para seu protagonismo no seguimento de Jesus Cristo.

By: http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?id=288790

terça-feira, 18 de dezembro de 2012


Vocação: você está preparado para o chamado do Pai?


           A palavra vocação é escutada por muitos de nós, mas nem sempre sabemos seu real significado. Vocação vem do latim “vocare” (chama) significando assim chamado. É o chamado de Deus em nossas vidas, para conviver com Seu amor e servi-Lo através de nossas ações.
            Deus nos chama para ajudar na missão; e esse é um chamado livre, pois Ele nos dá a escolha de resposta. Em primeiro lugar, somos chamados a viver a vida de forma santa, a aproveitá-la com cuidado, com respeito, para que ela seja em abundância. Viver a sua vida e respeitar a vida do outro que está a nossa volta, ser gente, ser humano, conviver e se relacionar com o outro de maneira saudável, nos faz dizer sim a um dos mais importantes chamados de Deus.
            Em segundo lugar, todos nós somos convidados a participar do serviço ao Senhor. Há diferentes formas de ajudá-lo na evangelização: é possível seguir o caminho de Deus sendo um anunciador da sua palavra, participando de obras sociais e de movimentos pastorais. Há algumas pessoas que recebem um chamado diferente, seguindo o caminho através da participação de congregações religiosas e da vida sacerdotal. Em especial, o sacerdote será o grande mediador para levar a palavra ao povo, para continuar os ensinamentos de Deus aqui na Terra, sendo uma das mais bonitas entregas de amor a Deus.  Outra importante forma de vocação é a vocação familiar, onde esposo e esposa se dedicam a viver um para o outro e a comungar o amor de Deus.
            Nas palavras de Joseph Ratzinger, “Cada vida traz consigo a sua própria vocação, tem o seu próprio código e o seu próprio caminho”, a decisão está em nossas mãos, de abrir o coração e aceitar o chamado Daquele que nos ama.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Cartaz da CF 2013 é apresentado na Expocatólica


00Cartaz1Foi apresentado na noite de sexta-feira, 6 de julho, na ExpoCatólica, em São Paulo, o Cartaz da Campanha da Fraternidade 2013, que tem como tema “Fraternidade e Juventude”, e lema: “Eis-me aqui, envia-me!” (Is 6,8). Realizada no auditório Cantareira, do Expo Center Norte, a cerimônia contou com a presença de bispos, autoridades civis, sacerdotes, religiosos, jornalistas e empresários.
cartazcf2013
Para o arcebispo de São Paulo, Cardeal dom Odilo Pedro Scherer, o cartaz faz um apelo ao jovem para um maior envolvimento na CF 2013 e na preparação da Jornada Mundial da Juventude Rio2013. "O cartaz coloca em evidência a jovialidade e a alegria. Existem muitos problemas no mundo, mas os jovens olham para frente. E eles têm o direito de olhar com esperança para o futuro. Eu acredito que a Campanha da Fraternidade será uma grande contribuição para que os jovens recebam uma resposta aos seus sonhos" disse o Cardeal.
Segundo o Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da CNBB, dom Eduardo Pinheiro da Silva, o tema da CF 2013 reforça a opção da Igreja pela juventude."Tendo como referência a cruz de Jesus Cristo, o cartaz traz, em primeiro plano, uma jovem que demonstra alegria em resp0nder ao chamado que Deus lhe faz. A Igreja acredita nessa disponibilidade da juventude, nessa resposta do jovem que encontra na sua comunidade a abertura, a provocação e a oportunidade para um serviço à Igreja e à sociedade", disse Dom Eduardo.
O diretor geral das Edições CNBB, Padre Valdeir Goulart disse que o lançamento oficial será realizado em agosto, em Brasília, junto com o texto base e os subsídios. "Como o cartaz já estava pronto, porque os bispos o escolheram no mês passado, decidimos apresentar na ExpoCatólica, especialmente aos meios de comunicação e aos empresários", disse o sacerdote.
A Feira se encerra domingo, dia 8. Vários estandes apresentarão suas empresas e produtos no segmento religioso, no ExpoCenter Norte.
A JMJ Rio2013 também está presente no evento, com as novidades para 27ª Jornada Mundial da Juventude. Durante o evento, foram apresentados detalhes da feira em 2013 - que será no Rio de Janeiro, dias antes da JMJ - palco da realização do “Bote Fé Brasil”, evento oficial na JMJ Rio 2013. O “Bote Fé” é realizado pela CNBB todos os meses nas dioceses por onde passam os Símbolos da JMJ, a Cruz Peregrina e o Ícone de Nossa Senhora.
Em 2013, os dois eventos juntos, a ExpoCatólica Rio e Bote Fé Brasil ocuparão 200 mil m² do Centro de Exposições Riocentro, tendo início dentro da programação oficial da Semana Missionária e se estendendo para os dias da Jornada.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Devoção a Maria Santíssima


Um dos pontos mais salientes da Religião católica é a devoção à Santíssima Virgem, aos anjos e aos santos. Por isso julgamos de muita utilidade tratar dessas devoções nesta seção.

“Devemos ter uma devoção toda particular a Maria Santíssima porque:
1. Ela é a Mãe de Deus e também nossa mãe;
2. Ela supera em graças e santidade a todos os anjos e santos;
3. Ela, por sua intercessão, possui o maior valimento diante de Deus.
Ela mesma disse: “Eis que, de agora em diante, me chamarão bem-aventurada todas as gerações, porque me fez grandes coisas Aquele que é poderoso, e santo é seu Nome” (Lc 1, 48-49).
O melhor exemplo de culto a Maria Santíssima nos dão os santos, sobretudo a Santa Igreja e, em certo sentido, a própria Santíssima Trindade.
Maria Santíssima é, depois de Jesus Cristo, o mais sublime modelo de todas as virtudes: piedade, pureza, humildade, paciência, fortaleza e sobretudo de ardente amor a Deus e ao próximo. Jesus, morrendo na cruz, nos legou sua Mãe por nossa mãe: “Filho, eis aí tua mãe. Mãe, eis aí teu filho”.
“Um servo de Maria não se perde” (São Bernardo).
Nunca se ouviu dizer que tivesse alguém recorrido a Maria Santíssima, que não houvesse sido atendido.
Uma genuína e sólida devoção a Maria Santíssima é um sinal evidente de predestinação à bem-aventurança eterna.
A verdadeira devoção a Nossa Senhora consiste:
1. em amá-la com ternura filial;
2. em louvá-la com fervor;
3. em invocá-la com confiança;
4. e imitá-la com diligência e perseverança.
Em seu louvor, rezemos pontualmente as “Ave-Marias” ou “Anjo do Senhor”, o terço; e com especial preparação, devoção e entusiasmo, celebremos suas festividades.
De todas as formas de devoção, a que mais agrada a Maria Santíssima é por certo a fiel imitação de suas virtudes. Pela imitação de Maria é que também se conhece ser genuína, e não mero sentimentalismo, a devoção para com Ela.
Segundo S. Luís Maria Grignion de Montfort, exerce a verdadeira devoção a Maria Santíssima quem todas as coisas faz:
a) em Maria, isto é, no espírito e nas disposições que a animavam;
b) com Maria, isto é, com seu auxílio, que ele sempre está invocando;
c) para Maria, isto é, para que Ela de tudo disponha livremente; confiante ele depõe em suas mãos todas as suas obras, merecimentos e sua própria pessoa, a fim de que Ela de tudo isso disponha à vontade para a maior glória de Deus e salvação das almas;
d) Por Maria, isto é, por sua mediação; por sua poderosa intercessão ele pede a Deus todas as graças, e pela mão desta amorosa Mãe ele se encaminha a Deus”.(*)

O que é Devoção a Maria


Sempre falamos de devoção em nossa vida, até mesmo afirmamos dizendo que somos devotos. Enfim o que é devoção?
Devoção significa dedicação total ao serviço de Deus. É o ato interior da vontade que se entrega a Deus por generosidade e fervor. A devoção leva a realizar atos, mas é, em primeiro lugar, interior, no íntimo de cada um.

Fundamentada sobre a fé, tem a sua fonte inspiradora na caridade e pode, por vezes, identificar-se com ela. São Tomás nos diz que o ato principal da virtude de religião, de prontidão e disponibilidade da vontade para servir a Deus pelo ato de oferta da vida e de gestos como uma oferenda desta mesma vontade. Ele ainda nos diz que a devoção é dom de Deus, mas também obra do homem, convidado especialmente pela oração, à meditação, à contemplação, que despertam amor e engendram a devoção. Esta deve ser a marca de toda a nossa vida, e constantemente, mas inunda-a de alegria interior, a satisfação de realizar tal ato.

E a devoção a Virgem Maria é um ardor em servi-la para melhor servir a Deus!

Maria, a mulher, a virgem, a mãe cumulada de dons por Deus e que se associa plenamente à obra do Filho de maneira particular, até ser chamada a partilhar sua glória. Maria é para nós um sinal. Situar-se em relação a Maria é dizer algo de Deus e algo de nós! Os nossos contemporâneos são sensíveis a isto. No entanto, foi desde cedo que a Igreja fez memória de Maria, e para dizer alguma coisa de Cristo, a Igreja se faz necessária dizer alguma coisa de Maria, como aconteceu em Éfeso. Os padres conciliares colocaram aquela assembléia sobre a proteção de Maria, “Sub tuum praesidium...” no final do sec. IV.

E assim, ao longo da história Maria tem sido para a Igreja Aquela que convida ao louvor (Lc 1,46-55) e à devoção. Como em Jo 2,5 é também Aquela que mostra, junto da Cruz, até onde deve ir a fidelidade, e, no Cenáculo, que a oração tende primeiramente a pedir o Espírito Santo sobre a Igreja, na comunidade dos discípulos.

Foi sobre tudo a partir do concilio de Éfeso que o culto do povo de Deus a Maria cresceu admiravelmente na veneração e no amor na invocação e na imitação (Lumen Gentium, 66).

Esta veneração e amor nos orientam para Deus, a invocação de Maria situa no interior da comunhão dos santos. Aquela que é a mais próxima de Deus e de nós, como já nos dizia o Papa Paulo VI. A imitação de Maria conduz não a um serviço normal, mas nos leva a um louvor e ao serviço a Deus e aos irmãos.

A verdadeira devoção não consiste numa emoção estéril e passageira, mas deve nascer e ser conservada pela fé, que nos faz reconhecer a grandeza da Mãe de Deus e nos indica a amar filialmente a nossa mãe e a imitar as Suas virtudes (Lumen Gentium, 67).
E assim poderíamos terminar dizendo com as palavras do Concílio: “na sua vida, deu a Virgem Maria exemplo daquele afeto maternal de que devem estar animados todos quantos cooperam na missão apostólica que a Igreja tem de regenerar aos homens” (Lumen Gentium, 65).

Fonte: www.santuarionacional.com